








Sou neurocirurgião especialista em cirurgia da coluna, com mais de 4500 cirurgias realizadas e mais de 1500 doentes consultados todos os anos. Atendo doentes de todo o país – Porto, Gaia, Braga, Aveiro, Viseu, Vila Real, Açores e Madeira – com cirurgias agendadas com rapidez e sem lista de espera, em hospitais privados com acordo directo com todas as seguradoras e subsistemas de saúde (ADSE, SAD, IASFA, etc).
PATOLOGIA LOMBAR (dor lombar e ciática)
A dor lombar e a ciática são dos problemas de saúde mais frequentes em Portugal – estima-se que 70% a 80% dos adultos sofram de lombalgia em algum momento da vida.
Apesar de ser tão comum, a esmagadora maioria resolve-se sem cirurgia. Apenas cerca de 10% dos doentes com hérnia discal lombar têm indicação cirúrgica. É importante perceber bem quando a cirurgia é necessária – e quando não é.
Hérnia discal lombar e ciática
A hérnia discal lombar é a causa mais frequente de dor ciática (dor que irradia ao longo da perna), lombalgia, formigueiros e fraqueza no pé.
85% dos doentes recuperam sem cirurgia em 4–6 semanas, com medicação e fisioterapia adequadas.
Quando a dor persiste ou surgem sinais de alarme, a cirurgia é indicada. A minha abordagem preferencial é a cirurgia minimamente invasiva, que ao contrário da cirurgia tradicional "aberta", utiliza incisões milimétricas e equipamentos de alta precisão para tratar a hérnia, preservando músculos e tecidos saudáveis.
O resultado prático para o doente:
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Alta no próprio dia da cirurgia (regime ambulatório).
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Caminha de imediato após acordar, sem canadianas.
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Pós-operatório menos doloroso e cicatrizes mínimas.
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Retoma vida normal em 1 a 1,5 meses.
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Evitar conduzir nas primeiras 2 semanas e esforços físicos intensos durante 1 mês.
Depois da consulta, e caso exista indicação cirúrgica, a cirurgia é agendada com brevidade, sem longas esperas, para que o seu regresso ao bem-estar aconteça o mais rapidamente possível.
A cirurgia urgente está reservada para situações específicas:
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Pé pendente (incapacidade súbita de mover o pé).
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Ciática hiperálgica (dor refractária mesmo com morfina).
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Síndrome de cauda equina (anestesia em sela, alterações esfincterianas, défice motor).
Canal lombar estenótico (estreito)
Se sente dor e cansaço nas pernas ao caminhar que alivia ao sentar (claudicação neurogénica), pode sofrer de estenose do canal lombar.
Privilegio sempre a descompressão minimamente invasiva – liberta os nervos com incisão mínima, preservando a estabilidade da coluna e permitindo uma recuperação mais rápida.
Espondilolistese (vértebra desalinhada)
Trato o desalinhamento vertebral com técnicas personalizadas:
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Instrumentação minimamente invasiva guiada por Neuronavegação + O-arm (GPS cirúrgico 3D intraoperatório), para máxima precisão e segurança.
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MIDLIF (Midline Lumbar Interbody Fusion): técnica aberta menos invasiva, especialmente útil em osteoporose, obesidade ou cirurgia de revisão (doentes já operados).
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Sem parafusos: fixadores interespinhosos (casos seleccionados).
PATOLOGIA CERVICAL (pescoço e braços)
Hérnia discal cervical
Muitos doentes procuram-me com dor no pescoço que irradia para o braço (cervicobraquialgia) ou diminuição da força muscular.
Cerca de 90% dos casos melhoram sem cirurgia em 4–6 semanas, com medicação, colar cervical e fisioterapia.
A cirurgia é reservada para quando o tratamento conservador não resulta ou quando existe défice neurológico:
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Discectomia e artroplastia/prótese móvel (manutenção da mobilidade do pescoço)
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Discectomia e artrodese (técnica clássica).
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Cirurgia minimamente invasiva (foraminectomia por via posterior).
Mielopatia e estenose cervical
Afecta cerca de 85% das pessoas com mais de 60 anos. Quando existe compressão grave da medula, pode causar perda de força, desequilíbrio, dificuldade na marcha e incontinência urinária.
Quando há progressão dos sintomas, a cirurgia deve ser realizada com brevidade para evitar danos neurológicos permanentes. Realizo descompressões da medula com seguranças (laminectomia, laminoplastia, artrodese/ACDF, corpectomia), adaptadas a cada caso.
PATOLOGIA DORSAL
Hérnia discal torácica
Embora rara (apenas 0,25% das hérnias), trato casos complexos com dor refractária ou mielopatia progressiva, utilizando técnicas microcirúrgicas especializadas.
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